Um negócio ímpar. Vejamos.
Quando não estava a chover bombardeavam-nos com mensagens publicitárias para comprarmos os ditos cujos. Excelentes preços, óptimas condições, leve mais do que aquilo que pagará. Parecia perfeito.
Obtinham três respostas:
Tenho muitos guarda-chuva a quem diziam - "Leve mais um!"
Não está a chover - "Perfeito. Mas nunca sabe quando começará."
Não tenho dinheiro para o guarda-chuva - "Não faz mal. Paga depois"
Foi do bom e do bonito, o problema é que agora... está a chover.
A quem disseram pague depois, dizem pague agora ou fica sem guarda-chuva.
Aos que diziam que não estava a chover, dizem que agora já não querem vender.
Aos que têm muitos guarda-chuva, dizem - "Leve mais um!"
Melhor ainda. Do slogan, leve, leve, leve, passaram para queremos, queremos, queremos.
Querem que aqueles que andaram a ser violados por publicidade enganosa agora se vão juntar e lhes pagar as armações dos seus enormes guarda-chuvas que entretanto se partiram.
Por mim, digo-lhes. Vão se todos f....!
Tuesday, 3 February 2009
Thursday, 8 January 2009
um par de dixits
Dívida Externa
PR:
“Há uma verdade que deve ser dita: Portugal gasta em cada ano muito mais do que aquilo que produz. Portugal não pode continuar, durante muito mais tempo, a endividar-se no estrangeiro ao ritmo dos últimos anos.” (…)“Como é sabido, quando a possibilidade de endividamento de um País se esgota, só resta a venda dos bens e das empresas nacionais aos estrangeiros. (…) não conseguiremos pôr fim ao crescimento explosivo da dívida externa.”
PM:
Em resposta ao tão falado endividamento externo, que ascende aos 150 mil milhões de euros (que foi ilustrado como se cada português devesse ao estrangeiro cerca de 15 mil euros), o primeiro-ministro afirmou e reafirmou que este “é um problema estrutural já de décadas”, salientando igualmente que metade do endividamento externo diz respeito à energia. José Sócrates defendeu também que, na balança Bens e Serviços de Portugal, metade do défice com o exterior diz respeito aos preços do petróleo e do gás. E sublinha que Portugal tem conseguido reduzir a dependência do petróleo através da aposta em energias renováveis, fazendo com que sejamos já seja o quinto país na Europa e no mundo no que respeita a estas energias.
PR:
“Há uma verdade que deve ser dita: Portugal gasta em cada ano muito mais do que aquilo que produz. Portugal não pode continuar, durante muito mais tempo, a endividar-se no estrangeiro ao ritmo dos últimos anos.” (…)“Como é sabido, quando a possibilidade de endividamento de um País se esgota, só resta a venda dos bens e das empresas nacionais aos estrangeiros. (…) não conseguiremos pôr fim ao crescimento explosivo da dívida externa.”
PM:
Em resposta ao tão falado endividamento externo, que ascende aos 150 mil milhões de euros (que foi ilustrado como se cada português devesse ao estrangeiro cerca de 15 mil euros), o primeiro-ministro afirmou e reafirmou que este “é um problema estrutural já de décadas”, salientando igualmente que metade do endividamento externo diz respeito à energia. José Sócrates defendeu também que, na balança Bens e Serviços de Portugal, metade do défice com o exterior diz respeito aos preços do petróleo e do gás. E sublinha que Portugal tem conseguido reduzir a dependência do petróleo através da aposta em energias renováveis, fazendo com que sejamos já seja o quinto país na Europa e no mundo no que respeita a estas energias.
Monday, 5 January 2009
Começo a perder a razão.
Aqui há tempos vaticinava o descalabro na equipa do Sporting. E mais ou menos nessa altura crítica, vai que eles ganham um jogo de sacrifício com apenas 9 jogadores, ganhando também novo élan e unindo o grupo que se ia dispersando. On top of that, o Liedson volta aos relvados como se nada se tivesse passado, como se não tivesse estado lesionado por uma mão cheia de meses, jogando como sempre: facturando! Resultado, estão na luta.
O Porto, esse, continua a ganhar jogos nos últimos minutos, a fazer lembrar o último campeonato ganho pelo SLB.
O Benfas, ai... Parece que afinal está na mesma... a baixar os braços...
Não tenho visto os últimos jogos, mas do que ouço, e como se diz na gíria futebolística, não jogam nada! Quando puder vou comprovar. O que eu estava à espera do Quique, realmente, não era de o ver ganhar tudo e bater recordes, mas era de ver bons jogos e futebol tricotado como vi em espanha. E até vi alguma coisa disso num par de jogos em que fui à Luz. Ele e o Rui têm obrigação de mostrar mais. Please!
O Porto, esse, continua a ganhar jogos nos últimos minutos, a fazer lembrar o último campeonato ganho pelo SLB.
O Benfas, ai... Parece que afinal está na mesma... a baixar os braços...
Não tenho visto os últimos jogos, mas do que ouço, e como se diz na gíria futebolística, não jogam nada! Quando puder vou comprovar. O que eu estava à espera do Quique, realmente, não era de o ver ganhar tudo e bater recordes, mas era de ver bons jogos e futebol tricotado como vi em espanha. E até vi alguma coisa disso num par de jogos em que fui à Luz. Ele e o Rui têm obrigação de mostrar mais. Please!
Friday, 2 January 2009
é dos carecas que elas gostam mais
A sabedoria popular tem sempre razão.
Se chegou até nós, e mesmo sem uma explicação plausível à vista, porque DURA tem razão.
Comentava no outro dia com um paisano a nítida transformação nas cabeleiras de ambos: do vigor e densidade capilar da adolescência, para a tétrica versão das nossas cabeças trintonas... Sim, víamos bem a quase totalidade das cabeças agora. E mesmo onde os cabelos vão persistindo, estas são zonas translúcidas que deixam antever o destino final.
Beltrano tal dos nossos conhecimentos padecia do mesmo mal, disse-me este fulano, e de tal forma que chegara a consultar um especialista para saber como emendar a mão. Foi-lhe dito curto e grosso: se queres viço no cabelo o melhor é cortares os tomates! Parece que a decadência capilar é directamente proporcional à produção de testosterona...
Ora, e sendo assim, elas lá devem ter razão em gostar mais dos carecas, e mais um refrão de sabedoria inusitada encontra a sua luz na ciência moderna.
Se chegou até nós, e mesmo sem uma explicação plausível à vista, porque DURA tem razão.
Comentava no outro dia com um paisano a nítida transformação nas cabeleiras de ambos: do vigor e densidade capilar da adolescência, para a tétrica versão das nossas cabeças trintonas... Sim, víamos bem a quase totalidade das cabeças agora. E mesmo onde os cabelos vão persistindo, estas são zonas translúcidas que deixam antever o destino final.
Beltrano tal dos nossos conhecimentos padecia do mesmo mal, disse-me este fulano, e de tal forma que chegara a consultar um especialista para saber como emendar a mão. Foi-lhe dito curto e grosso: se queres viço no cabelo o melhor é cortares os tomates! Parece que a decadência capilar é directamente proporcional à produção de testosterona...
Ora, e sendo assim, elas lá devem ter razão em gostar mais dos carecas, e mais um refrão de sabedoria inusitada encontra a sua luz na ciência moderna.
Sunday, 30 November 2008
bye bye?
Disseram-me que a missão do Carlos Queiroz quando assinou contrato com a FPF passava não só pelo comando da Selecção Nacional mas também pelo saneamento e implementação de um novo modelo na estrutura global das selecções. Isto é, teria de pôr em prática uma estratégia e um plano abrangente aos vários escalões de modo a que o trajecto dos jogadores nas selecções se faça de modo integrado, permitindo assim uma verdadeira evolução das equipas ao longo do tempo.
A ideia parece-me boa. Afinal quantos jogadores têm transitado dos escalões mais novos para a Selecção sénior, nos últimos anos?
Mas este suposto desafio posto ao Carlos Queiroz não deveria ser a missão da FPF e do seu presidente, desde logo? Claro que sim! Assim torna-se ainda mais claro que este senhor, a ser verdade ter aceite nestes termos o seu regresso a Portugal, terá a vida muito difícil. Não só o seu perfil parece inadequado à posição de Seleccionador como aceitou um trabalho para o qual não está mandatado. Mais, terá de lutar contra a própria estrutura da FPF que perante o actual cenário tem certamente os trabalhadores em várias quintinhas a regozijar com os sucessivos fracassos do homem.
Após alguma reflexão para superar a alergia pessoal ao Queiroz, e uma vez que a missão por ele abraçada não deve de ânimo leve ser abandonada, espero agora que ele no adeus ao próximo Mundial, não apenas se demita de Seleccionador mas que também se proponha a ser candidato nas próximas eleições para os órgãos da FPF, e quem sabe para a posição de Vice-Presidente, visto que a 2ª linha lhe parece ser mais adequada e trazer maior sucesso.
A ideia parece-me boa. Afinal quantos jogadores têm transitado dos escalões mais novos para a Selecção sénior, nos últimos anos?
Mas este suposto desafio posto ao Carlos Queiroz não deveria ser a missão da FPF e do seu presidente, desde logo? Claro que sim! Assim torna-se ainda mais claro que este senhor, a ser verdade ter aceite nestes termos o seu regresso a Portugal, terá a vida muito difícil. Não só o seu perfil parece inadequado à posição de Seleccionador como aceitou um trabalho para o qual não está mandatado. Mais, terá de lutar contra a própria estrutura da FPF que perante o actual cenário tem certamente os trabalhadores em várias quintinhas a regozijar com os sucessivos fracassos do homem.
Após alguma reflexão para superar a alergia pessoal ao Queiroz, e uma vez que a missão por ele abraçada não deve de ânimo leve ser abandonada, espero agora que ele no adeus ao próximo Mundial, não apenas se demita de Seleccionador mas que também se proponha a ser candidato nas próximas eleições para os órgãos da FPF, e quem sabe para a posição de Vice-Presidente, visto que a 2ª linha lhe parece ser mais adequada e trazer maior sucesso.
Monday, 24 November 2008
quero a factura discriminada sff
Nos últimos anos o governo tem-nos recordado frequentemente quão importante é o estímulo à inovação e empreendedorismo. E a parte que lhe cabe é este mesmo, criar um ambiente propício, em que os espíritos inquietos tenham menos razões para se atemorizar perante a hipótese de tentar. Sabendo à partida que apenas cerca de 10% daqueles que o fazem irão ter sucesso...
Se estão a pensar por exemplo em abrir actividade trabalhando por conta própria, fiquem a saber que apesar de virem a cumprir com a totalidade dos descontos à segurança social, durante o período que seja, se e quando constatarem que a empresa não é viável encerrando a sua actividade, há mais uma má notícia. O subsídio de desemprego a que um trabalhador por conta de outrem teria direito em termos similares e previstos, não é atribuível a quem trabalhou sem patrão.
Se estão a pensar por exemplo em abrir actividade trabalhando por conta própria, fiquem a saber que apesar de virem a cumprir com a totalidade dos descontos à segurança social, durante o período que seja, se e quando constatarem que a empresa não é viável encerrando a sua actividade, há mais uma má notícia. O subsídio de desemprego a que um trabalhador por conta de outrem teria direito em termos similares e previstos, não é atribuível a quem trabalhou sem patrão.
Wednesday, 12 November 2008
este passa no restelo?
Cada tiro cada melro: das 2 viagens que fiz hoje no 767, em ambas me tornei parte do auditório involuntário para o qual se dirigia um orador inconformado com o estado da nação.
Para lá fomos a ouvir um homem e para cá uma mulher.
Os pontos comuns focados por ambos foram o actual desrespeito da juventude, a proliferação dos chupistas e, claro está, o Salazar e a sua época DE ouro por onde ambos os interlocutores passaram dada a sua suficiente idade.
Os highlights individuais vão, nele, para a comparação entre bandeiras nazis desfraldadas no parlamento da Madeira e a sua viva recordação televisiva de um Mário Soares, que não sabia se era doutor, a rasgar a bandeira de Portugal lá da longínqua Inglaterra. Nela, vai para a chamada de atenção de que sem os ricos não há trabalho... Conformada atirou: haverá sempre os ricos e os pobres, e os arremediados.
Já agora, esta carreira vai e vem do campo dos mártires da pátria.
Para lá fomos a ouvir um homem e para cá uma mulher.
Os pontos comuns focados por ambos foram o actual desrespeito da juventude, a proliferação dos chupistas e, claro está, o Salazar e a sua época DE ouro por onde ambos os interlocutores passaram dada a sua suficiente idade.
Os highlights individuais vão, nele, para a comparação entre bandeiras nazis desfraldadas no parlamento da Madeira e a sua viva recordação televisiva de um Mário Soares, que não sabia se era doutor, a rasgar a bandeira de Portugal lá da longínqua Inglaterra. Nela, vai para a chamada de atenção de que sem os ricos não há trabalho... Conformada atirou: haverá sempre os ricos e os pobres, e os arremediados.
Já agora, esta carreira vai e vem do campo dos mártires da pátria.
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