Com tanta coisa mal feita em Portugal (que é a aldeia que agora nos interessa), e quando vemos o céu a comprimir-se sobre as nossas cabeças, afiançamos com o resto do mundo que o capitalismo e as leis de mercado são a longo prazo e à rédea solta autofágicas, e que fazemos? Aumentamos os impostos.
Com o desemprego a crescer e sem estratégias de produção, vamos acabar a taxar quem?
Haveria tantas prioridades. A despesa pública à cabeça, teria tanta gordura para abater. Mas essa pende quer da classe média quer da classe política. Ui! cuidado!
Investimento público: SIM! Mas em obras de manutenção das infra-estruturas e equipamentos, e também de novas instalações, porque não? Estou a lembrar-me das ligações ferroviárias para Madrid, em PENDULAR, e da ligação para cargas ao Porto de Sines...
Bom, e as empresas públicas? Isso dava pano para mangas! Mas deixo aqui apenas uma sugestão para a vergonhosa situação da golden share da EDP: O estado que re-compre a maioria do capital em bolsa agora a preço de saldo! Porque sim, há sectores que ou são controlados pelo estado, ou controlam o estado.
A longo prazo espera-se, como a História nos ensinou, que apenas uma disrupção brutal vá mudar o rumo das coisas, quando tantos sectores carecem de reformas, mas entretanto há que reflectir em dois planos:
Num, dos mecanismos e estruturas do federalismo europeu de que fazemos parte, e noutro dos mecanismos e objecto das organizações-empresas privadas.
Monday, 17 May 2010
Friday, 14 May 2010
FB CEO (Zuckerberg) shortly after launching it
Zuck: Yeah so if you ever need info about anyone at Harvard
Zuck: Just ask.
Zuck: I have over 4,000 emails, pictures, addresses, SNS
[Redacted Friend's Name]: What? How'd you manage that one?
Zuck: People just submitted it.
Zuck: I don't know why.
Zuck: They "trust me"
Zuck: Dumb fucks.
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Zuck: Dumb fucks.
Monday, 3 May 2010
Só o jogo, Porto-Benfica
No fim, com a memória esbatida pela desilusão, ficamos com a sensação:
Ah, ganhou o Porto e talvez bem. Teve a sorte do jogo e lutou com coração mesmo jogando só com 10. Já o Benfica devia ter feito mais no ataque, com o Di Maria quase sempre bem anulado pelo A.Pereira, o Saviola sem ritmo e o Cardozo a fazer tanto como eu no sofá.
Mas, na verdade, a primeira parte foi bem controlada pelo Benfas quer com bola quer sem ela. Sendo o lance do golo a única ocasião para marcar do FCP neste período. Acontece, que nesta altura já o Fucile estava indevidamente em campo. É que foi com uma entrada por trás desse jogador sobre o Di Maria que o árbitrou considerou que já não precisava mais de "mostrar amarelos para segurar o jogo". Mas aquela cartolina teria de ser mostrada: Entrada por trás, com a bola fora de alcance, aos calcanhares do argentino. Esta é a sorte do jogo.
Fucile viria eventualmente a acumular outro amarelo, sendo um dos muitos jogadores do Porto que se iam lançando para o chão. E uma coisa é vermos um atacante ir ao solo, após um corte na bola em que também há contacto entre jogadores, outra é vermos as "piscinas" deliberadas sem qualquer contacto que o justifique. E um caso óbvio desta última estirpe foi protagonizado no lance que viria a dar o segundo golo do Porto. Lance que acumula ainda um fora de jogo que, se bem por curta distância, é de fácil detecção dado o movimento do Farias que vem tentar pôr-se em jogo. Mas esta é a sorte de um jogo.
E como não há duas sem três, sorte ainda no último lance que dá um belo golo. Mas neste, a sorte foi construída apenas pelo jogador do Porto.
Como comentários extras, apenas uma nota para o Jesualdo que continua a dizer coisas não insultuosas aos árbitros, tal como outros não cretinos, e ainda um um suspiro de alívio pela violência que não ocorreu, nomeadamente na rotunda da boavista.
Ah, ganhou o Porto e talvez bem. Teve a sorte do jogo e lutou com coração mesmo jogando só com 10. Já o Benfica devia ter feito mais no ataque, com o Di Maria quase sempre bem anulado pelo A.Pereira, o Saviola sem ritmo e o Cardozo a fazer tanto como eu no sofá.
Mas, na verdade, a primeira parte foi bem controlada pelo Benfas quer com bola quer sem ela. Sendo o lance do golo a única ocasião para marcar do FCP neste período. Acontece, que nesta altura já o Fucile estava indevidamente em campo. É que foi com uma entrada por trás desse jogador sobre o Di Maria que o árbitrou considerou que já não precisava mais de "mostrar amarelos para segurar o jogo". Mas aquela cartolina teria de ser mostrada: Entrada por trás, com a bola fora de alcance, aos calcanhares do argentino. Esta é a sorte do jogo.
Fucile viria eventualmente a acumular outro amarelo, sendo um dos muitos jogadores do Porto que se iam lançando para o chão. E uma coisa é vermos um atacante ir ao solo, após um corte na bola em que também há contacto entre jogadores, outra é vermos as "piscinas" deliberadas sem qualquer contacto que o justifique. E um caso óbvio desta última estirpe foi protagonizado no lance que viria a dar o segundo golo do Porto. Lance que acumula ainda um fora de jogo que, se bem por curta distância, é de fácil detecção dado o movimento do Farias que vem tentar pôr-se em jogo. Mas esta é a sorte de um jogo.
E como não há duas sem três, sorte ainda no último lance que dá um belo golo. Mas neste, a sorte foi construída apenas pelo jogador do Porto.
Como comentários extras, apenas uma nota para o Jesualdo que continua a dizer coisas não insultuosas aos árbitros, tal como outros não cretinos, e ainda um um suspiro de alívio pela violência que não ocorreu, nomeadamente na rotunda da boavista.
Friday, 23 April 2010
Bora lá
Bora lá lutar contra a corrupção!
Mas sem fazer coisas básicas como acabar com os cartões de crédito que, mediante o pagamento de uma taxa de confidencialidade, qualquer empresa pode entregar a quem bem entender para o uso que bem aprouver...
Mas sem fazer coisas básicas como acabar com os cartões de crédito que, mediante o pagamento de uma taxa de confidencialidade, qualquer empresa pode entregar a quem bem entender para o uso que bem aprouver...
Tuesday, 13 April 2010
Wednesday, 7 April 2010
in: Le Figaro
"Carrefour met en vente sa filiale au Portugal
Le numéro deux mondial de la distribution dispose dans ce pays de 524 magasins discount.
Adeus Portugal ! Carrefour s'apprête à quitter le Portugal. Selon nos informations, le numéro deux mondial de la distribution a pris la décision de mettre en vente les 524 magasins de hard discount qu'il exploite localement sous l'enseigne Minipreço. Le groupe français s'apprête à lancer le processus de cession. Contactée par Le Figaro, sa porte-parole n'a pas souhaité faire de commentaire. Les Minipreço portugais sont rattachés à Dia, la branche de hard discount de Carrefour.
L'an passé, leur chiffre d'affaires a atteint 915 millions d'euros, en baisse de 0,9 % par rapport à 2008. Cette évolution a été permise par l'ouverture de 26 nouveaux points de vente. À nombre de magasins comparable, les ventes ont reculé de 6,8 %. Si elle était bouclée, cette cession signifierait la fin de l'aventure Carrefour au Portugal, où le groupe était présent depuis 1990. En juillet 2007, le groupe avait déjà revendu pour 662 millions d'euros ses douze hypermarchés, dont le chiffre d'affaires atteignait alors 530 millions d'euros."
Le numéro deux mondial de la distribution dispose dans ce pays de 524 magasins discount.
Adeus Portugal ! Carrefour s'apprête à quitter le Portugal. Selon nos informations, le numéro deux mondial de la distribution a pris la décision de mettre en vente les 524 magasins de hard discount qu'il exploite localement sous l'enseigne Minipreço. Le groupe français s'apprête à lancer le processus de cession. Contactée par Le Figaro, sa porte-parole n'a pas souhaité faire de commentaire. Les Minipreço portugais sont rattachés à Dia, la branche de hard discount de Carrefour.
L'an passé, leur chiffre d'affaires a atteint 915 millions d'euros, en baisse de 0,9 % par rapport à 2008. Cette évolution a été permise par l'ouverture de 26 nouveaux points de vente. À nombre de magasins comparable, les ventes ont reculé de 6,8 %. Si elle était bouclée, cette cession signifierait la fin de l'aventure Carrefour au Portugal, où le groupe était présent depuis 1990. En juillet 2007, le groupe avait déjà revendu pour 662 millions d'euros ses douze hypermarchés, dont le chiffre d'affaires atteignait alors 530 millions d'euros."
Tuesday, 16 March 2010
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